quarta-feira, 23 de abril de 2014

Médicos britânicos desenvolvem animações gigantes para aulas


Médicos criadores da animação em 3D para aulas de medicina (Foto: St. George's Hospital/Universidade de Londres)
Criadores do projeto afirmam que 3D é melhor para palestras do que slides 2D
Dois médicos britânicos criaram um sistema que usa uma animação em 3D gigante para ajudar estudantes de medicina a compreender melhor o assunto das aulas.
Os dois mostraram um gráfico 3D de um rim com quatro metros para demonstrar a função renal durante uma aula na semana passada.

Eles dizem que a técnica não pode ser chamada de holograma, pois é baseada em um tipo de ilusionismo que combina placas de vidro com métodos especiais de iluminação para fazer com que as imagens apareçam flutuando no ar.Estas animações foram desenvolvidas por Kapil Sugand, que trabalha no St. George's Hospital e no Imperial College, ambos em Londres, e pelo médico Pedro Campos, do St. George's Hospital.
As imagens são animadas e podem ser controladas pelo palestrante.
Para criar as animações, são usados três projetores que geram imagens coloridas no palco e foram projetadas para serem usadas em um grande auditório.
Os médicos afirmam que queriam facilitar a absorção de uma grande quantidade de detalhes e informações, necessários para que os estudantes de medicina passem em provas importantes. Os estudantes podem participar de até nove horas de aulas e palestras por dia e normalmente estudam seis anos para conseguir a qualificação necessária para exercer a profissão.
"A pesquisa em ciências educacionais mostrou que a capacidade de prestar atenção de um estudante médio dura entre 20 e 30 minutos, mas as aulas padrão duram pelo menos uma hora", disse Sugand à BBC.
"O corpo humano é uma máquina muito complexa. É muito difícil compreender como um rim ou fígado funcionam com slides de Powerpoint, por exemplo."
Um dos criadores da animação em 3D para aulas de medicina (Foto: St. George's Hospital/Universidade de Londres)
Uma das animações foi usada para demonstrar como os fluidos passam pelos rins
Um "corpo humano holográfico" já foi testado em uma aula de anatomia no Imperial College, mas o projeto não visava uma grande audiência, segundo Sugand.
"Isto (o projeto) pode ser uma forma de ensinarprocedimentos cirúrgicos para um grande grupo de alunos", afirmou o médico.

Resposta positiva e custos

A resposta dos alunos do primeiro ano de medicina no St. George's Hospital, da Universidade de Londres, que participaram da aula com a nova animação 3D foi positiva.
"Passamos muito tempo olhando manuais e ouvindo aulas para tentar entender os assuntos e acho que isto (a animação) tornaria várias áreas médicas mais fáceis de entender", disse Hannah Barham.
"Como conceito é fantástico, mas não acho que vai substituir a aula tradicional no momento, pois não é possível personalizar (as animações para cada aula)", afirmou outro aluno, Andrew Salmon.
Sugand admite que as animações visam ser uma ferramenta a mais e não se transformariam em substitutas para o uso de corpos em aulas de anatomia.
Médicos criadores da animação em 3D para aulas de medicina (Foto: St. George's Hospital/Universidade de Londres)
A Universidade de Londres diz que tecnologia ainda é muito cara para uso nas aulas
"Nada pode substituir a dissecação de um corpo, é a melhor e mais tradicional forma de aprender anatomia. (O uso de ferramentas) Multimídia se transformou em uma forma de complementar e não de substituir aquele processo", disse.
Sugand e Campos gastaram 10 mil libras (cerca de R$ 33,9 mil) para elaborar um pequeno acervo de imagens em 3D, incluindo uma sequência que destaca os efeitos da malária em várias partes do corpo. O dinheiro veio das universidades onde os dois trabalham e também dos pais de Pedro Campos.
Apesar da demonstração bem-sucedida da animação durante uma palestra, a universidade que sediou o evento já informou que o projeto ainda não deverá ser aplicado.
"O custo seria muito alto. Neste estágio é mais uma prova do conceito", disse um porta-voz do hospital St. George's Hospital e da Universidade de Londres.

Vivemos numa estufa?

Vivemos numa estufa?


A parcela  da energia solar que atravessa a atmosfera aquece a terra,que emite radiação infravermelha.
Essa radiação não consegue escapar totalmente para o espaço por causa  da atmosfera,que desempenha o mesmo papel do vidro de uma estufa.Sem ela,metano,vapor-d'água etc.)  garantem as condições adequadas á manutenção da vida no planeta.Se a quantidade desses gases aumentar, a radiação retida pela atmosfera será maior, aumentando a temperatura do planeta

Como as indústrias,os carros etc.Liberam constantemente gases para a  atmosfera,alguns cientistas afirmam que,nos próximos 50 anos,poderá haver um aumento de aproximadamente 2 c na temperatura média do planeta.Isso poderá provocar o degelo das calotas polares,elevando o nível dos mares e inundando regiões mais baixas, e mudanças climáticas,colocando em risco a vida de plantas e animais 


Amor ao destino ( estoicismo)

Amor ao destino ( estoicismo)


Outra corrente filosófica que introduziu novas perspectivas no caminho da felicidade foi estoicismo.Essa palava deriva do grego stoá,'' galeria de colunas'' ,. Trata-se de uma referência ao local em que reunia os alunos e administrava suas aulas,o primeiro filósofo dessa corrente, Zenão de Cício.Para o estoico,é feliz aquele que vive de acordo com a ordem cósmica aceitando e amando o próprio destino nela escrito.
Vamos ver mais na próxima postagem!


o método de Gram

O método de Gram

As figuras a seguir são fotografias de bactérias ao microscópio óptico coradas pelo método de Gram. A figura 1 mostra bactérias Gram positivas, que retiveram a coloração violeta. A figura 2 mostra bactérias Gram negativas, que adquiriram coloração vermelha 



1 >


2 >







No caminho das minas


No caminho das minas



A busca de metais e pedras preciosas foi um dos fatores que impulsionaram a expansão do território colonial português, contudo somente no final do século 17 os bandeirantes paulistas fizeram as primeiras descobertas de ouro, na atual região de Minas Gerais.Houve uma verdadeira corrida do ouro para essa região,atraindo colonos brasileiros e portugueses,o que resultou na fundação de novos povoado e vilas

A atividade mineradora entrou em declínio na segunda metade do século 18.Antes disso,porém,ela acarretou modificações importantes na organização do espaço brasileiro.entre elas,destacam-se a formação de um mercado interno e o efetivo povoamento e urbanização de determinadas áreas do interior da América portuguesa.
O trabalho de escravizados continuou a ser a base da geração de riqueza e  suas conndições de vida era ainda mais precárias do que nos engenhos.No entanto, houve um aumento do número de escravizados que conseguiram alforria,comprando sua liberdade ou recebendo-a em troca da descoberta de minerais preciosos 

REFORMAS LIBERAIS












reformas liberais 


diante do crescente clima de revolta,o czar Nicolau II acenou com o fim do regime absolutista e a melhoria das condições de vida dos trabalhadores. Prometeu realizar importantes reformas políticas.

Alguns grupos ficaram satisfeitos com as promessas feitas por czar. Temiam o caráter socialista da revolta dos trabalhadores,que ameaçava a propriedade privada,pregando a distribuição social da riqueza.
Com as reformas políticas prometidas por czar,acreditavam que as rebeliões cessariam e a Duma seria  dominada por industrias e proprietários de terras  russos,o que lhes daria certa tranquilidade social
Paralelamente,com o final das lutas contra o Japão no oriente,as tropas czaristas retornam ao país e foram usadas para reprimir as manifestações e dissolver os sovietes. Assim,a revolta de 1905 acabou sendo controlada, e os bolcheviques como resultado,ficaram isolados

Recuperando as forças,o czar abandonou as messas liberais que havia feito.Seu fortalecimento deu principalmente a partir  de 1907,com empréstimos obtidos no exterior. Os líderes da oposição  foram perseguidos e xilados,e a Duma perdeu seus poderes efetivos
Na análise bolchevique Lenin,no entanto apesar da derrota,a Revolta de 1905 não foi inútil teria servido apenas para que os revolucionários avaliassem seu erros e suas fraquezas,preparando-se para superá-los

Supervalorização do amor

Supervalorização do amor

A consequência mais imediata do sentimentalismo é a supervalorização do amor.O amor torna-se assim o centro da vida,em flagrante oposição ao valor mais cultivado pela burguesia:o dinheiro trata-se do tema mais cultivado do Romantismo.Perder o amor significa perder o sentido da vida.Essa perda produz três consequências básicas : loucura,a morte ou o suicídio.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Lentes de contato dão visão telescópica a usuário


Olho humano - Petr Novák, Wikipedia
De acordo com especialistas, parte mais difícil do projeto é fazer com que lentes permitam oxigenação do olho
Pesquisadores dos Estados Unidos e da Suíça estão criando lentes de contatoque - uma vez combinadas com óculos especiais – podem fornecer uma visão telescópica para seus usuários.
A combinação das lentes com os óculos consegue ampliar 2,8 vezes o tamanho de uma imagem visualizada pelo usuário.

Esse
 sistema de visão telescópica foi desenvolvido para ajudar pessoas que sofrem com a cegueira provocada pela idade, mas também pode ter aplicações militares.Filtros polarizadores
 permitem à pessoa mudar de uma visão normal para telescópica ajustando o óculos.
degeneração macular relacionada à idade é uma das formas mais comuns de cegueira. Ela danifica a mácula, a parte do olho que lida com o detalhamento da imagem. Quando a mácula se degenera, a pessoa sofre uma perda na capacidade de reconhecer rostos e de realizar algumas tarefas, tais como dirigir e ler.

Controle preciso

As lentes de contato criadas pelos pesquisadores têm uma região central que permite a entrada de luz para uma visão normal. O elemento telescópico fica em um anel em volta da região central. Pequenos espelhos de alumínio, montados segundo um padrão específico, atuam como um aplificador que lança a luz para o anel ao menos quatro vezes antes de direcioná-la para a retina.
Durante o uso normal, a imagem ampliada é bloqueada por filtros polarizadores, e por isso não é vista. O usuário pode ligar o aparelho alterando esses filtros, posicionados no óculos, de forma que apenas a imagem ampliada é lançada sobre a retina.
Os pesquisadores Joseph Ford, da Universidade da Califórnia, e Eric Tremblay, da EPFL (Escola Politécnica Federal de Lausanne), na Suíça, construiram o sistema que filtra a luz adaptando óculos fabricados usados em televisores 3D.
Sua característica original era criar um efeito 3D ao bloquear de forma alternada as lentes esquerda e direita.
O protótipo produzido pela equipe tem oito milímetros de diâmetro, um milímetro de espessura na região central e 1,17 mm no anel ampliador.
"A parte mais difícil do projeto foi tornar as lentes ‘respiráveis’”, disse Tremblay à BBC. “Se você quiser usar as lentes por mais de 30 minutos é necessário que elas permitam que o olho respire".
Segundo ele, a lente deve permitir a entrada de gases para que a córnea não fique sem oxigênio.

'Encorajador'

A equipe de pesquisadores resolveu esse problema produzindo lentes com pequenos canais que permitem ao oxigênio fluir para o olho.
Porém, isso tornou o processo de fabricação das lentes muito mais difícil.
As versões das lentes permeáveis aos gases devem passar pelos primeiros testes clínicos em novembro, segundo ele. O objetivo é que portadores de deficiência visual consigam usar o equipamento o dia inteiro.
O projeto é uma evolução de tentativas anteriores de resolver o problema. Algumas delas envolviam implantes de lentes telescópicas e uso de óculos volumosos com estruturas de lentes de aumento.
Clara Eaglen, gerente de ações de saúde da organização RNIB, que auxilia pessoas com problemas de visão, afirmou que a pesquisa é interessante e elogiou o foco em degeneração macular.
"É encorajador que produtos inovadores como as lentes de contato telescópicas estejam sendo desenvolvidos, especialmente quando melhoram a visão que sobrou nos pacientes. Qualquer coisa que ajude a maximizar a visão funcional é muito importante, porque as pessoas com deficiência readquirem alguma independência e ficam menos isoladas".
As lentes podem porém ser empregadas em outras áreas. Isso porque a pesquisa está sendo financiada pelo Darpa, o braço de pesquisas das Forças Armadas dos Estados Unidos.
Analistas dizem que os militares buscam na iniciativa uma forma de criar uma "super visão" e não resolver o problema da degeneração macular.

Micróbios serão 'últimos sobreviventes' no planeta Terra

(Foto: Health Protection Agency)
Para cientistas, micro-organismos que viverão nas profundezas do solo serão os últimos sobreviventes
Os últimos sobreviventes no planeta Terra serão minúsculos micro-organismos que viverão nas profundezas do solo, dizem cientistas britânicos.
Usando simulação por computador, pesquisadores da University of Saint Andrews, na Escócia, criaram um modelo de como será o planeta dentro de bilhões de anos.

O trabalho está sendo apresentado durante a National Astronomy Meeting da Royal Astronomical Society, que acontece esta semana na cidade de Saint Andrews.Eles descobriram que, à medida que o Sol ficamais quente e mais brilhante, somente micróbios poderão tolerar as condições extremas que as mudanças provocarão.
"Não haverá muito oxigênio, então (os micróbios) terão que sobreviver em ambientes com pouco ou zero oxigênio, alta pressão e alta salinidade - por causa da evaporação dos oceanos", disse um dos integrantes da equipe escocesa, o pesquisador Jack O'Malley James.

Extinção em massa

O futuro da vida na Terra está vinculado ao do Sol, que, com o passar do tempo, vai ficar cada vez mais quente e luninoso.
Com base nesse fato, cientistas das universidades escocesas de St Andrews, Dundee e Edimburgo fizeram uma previsão de como será o ambiente futuro do planeta.
Dentro de um bilhão de anos, o calor será tão intenso que os oceanos vão começar a evaporar.
"Quando você chega a esse ponto, existe muito mais água na atmosfera, e como o vapor de água é um gás (que provoca) efeito estufa, você tem um efeito estufa em cadeia", disse O'Malley James. "A Terra vai se aquecer até 100ºC ou mais".
Isso, aliado a uma queda nos índices de oxigênio, levaria a uma rápida perda de plantas e animais maiores.
Logo depois, um grupo de micróbios chamados extremófilos será a única forma de vida que restará.
Esses minúsculos organismos podem ser encontrados hoje na Terra emambientes hostis, como a Bacia dos Gêiseres no Parque Nacional Yellowstone, em Wyoming, Estados Unidos.
Segundo a equipe escocesa, esses micro-organismos serão as únicas criaturas capazes de suportar o calor, a aridez e a atmosfera tóxica dessa Terra do futuro. Os pesquisadores suspeitam de que os micróbios estarão, provavelmente, agrupados perto dos últimos vestígios de água, nas profundezas do solo.
No final, as condições no planeta serão tão ruins que até os extremófilos desaparecerão - e dentro de 2,8 bilhões de anos, não restará qualquer vida na Terra.

Sinalizadores de vida

A equipe disse que estudar o surgimento e o desaparecimento da vida no nosso planeta pode nos ajudar a compreender como diferentes formas de vida poderiam sobreviver em outros pontos do Universo.
"Se você se deparasse com um planeta parecido com a Terra, é mais provável que encontrasse vida microbiana do que formas mais complexas como vemos na Terra hoje", disse O'Malley James.
Ele explicou que micróbios provocam mudanças sutis nas proporções de gases na atmosfera e que esses gases poderiam, um dia, auxiliar astrônomos a detectar vida em planetas parecidos com a Terra.
"Um dos melhores candidatos é o metano. Ele poderia ser usado para indicar a presença de vida, embora isso dependa das quantidades produzidas e se há um acúmulo detectável na atmosfera. Se pudermos detectar todos esses índices sutis de gases em planetas remotos, talvez possamos detectar vida", disse O'Malley James.
 BBC

História

Revolta de 1905



Em 1904,devido á disputa da imperialista por territórios na China,o império Russo entrou em guerra contra o Japão.Com exércitos despreparados e uma frota obsoleta,os russos foram derrotados pelas tropas japonesas,em 1905,perdendo territórios e influência na área banhada pelo oceano Pacífico.A derrota agravou as dificuldades econômicas do Império Russo e a insatisfação popular no governo.
Nesse mesmo ano,o regime czarista passou a enfrentar uma série de greves e protestos em diversas regiões do país,dos quais participaram ativamente líderes socialistas e diversos setores sociais.O conjunto dessas manifestações ficou conhecido como Revolta de 1905
Entre os episódios que marcaram essa revolta, destacam-se
Domingo sangrento  e revolta do encouraçado Potemkin


Filosofia



Prudencia racional e ataraxia 

Se nem todos os prazeres contribuem para uma vida feliz,pode-se concluir que alguns prazeres são superiores a outros.é necessário,portanto, avaliar a ação de cada um deles e agir com prudência racional.Aqui  epicurismo aproxima-se da tendência geral da filosofia ética grega, isto é,do lado racionalista
Portanto,para não seguir o caminho da infelicidade,é preciso escolher os prazeres de maneira racional.Essa escolha conduziria o individuo,segundo Epicuro,á autarquia,isto é,ao governo da própria vida,á não dependência de elementos externos.Pela autarquia ascenderíamos á ataraxia


Sociologia/continuação

Examinamos até aqui três diferentes perspectivas de análise da relação entre indivíduos e sociedade.Para Marx,o foco recai sobre os indivíduos inseridos nas classes sociais.Para Durkheim, o fundamental é a sociedade e a integração dos indivíduos nela. Para  Weber,os indivíduos e suas ações sociais são os elementos construtivos da sociedade.Apesar das perspectivas diferentes,todos buscaram explicar o processo de constituição da sociedade e a maneira como os indivíduos se relacionam,procurando identificar as ações e instituições fundamentais
Dois autores contemporâneos analisaram a relação entre individuo e sociedade procurando integrar esse polos: o sociólogo alemão Nobert Elias e o Francês Pierre Bourdieu.Vamos conhecer a seguir os principais conceitos que ambos construíram na próxima postagem fique ligado!










Produção agrícola

Produção agrícola 

A produção agrícola em grande escala necessitava de muita mão de obra.Inicialmente os indígenas aprisionados trabalhavam nas lavouras.Porém,a caça e a escravidão desses povos não era um negócio lucrativo para a metrópole.Essa é uma das explicações para o desenvolvimento dos portugueses com um novo comércio regularmente organizado e altamente lucrativo -o de escravizados trazidos da África- que já '' abasteciam'' outras colônias portuguesas.
Realizado em grande escala,o comércio de seres humanos acentuou as rivalidades entre os diversos povos africanos,fazendo com que se voltassem uns contra os outros e que os reinos inteiros fossem destruídos. As relações sociais e a organização tradicional de centenas de povos foram desestruturadas.As consequências desse processo repercutem até a atualidade,na forma de guerras civis devastadoras que se desenrolam em parte dos países africanos
A economia colonial -escravista necessitava também de capitais e tecnologia.Por isso,os portugueses se associaram aos holandeses,que refinavam e comercializavam o açúcar.
A monocultura canavieira continuou a predominar na economia do nordeste do território colonial. Entretanto,outras atividades econômicas importantes se sucederam na história da América portuguesa,como a mineração da região de Minas Gerais e o cultivo de café.O trabalho de escravizados foi utilizado legalmente durante todo período colonial,pendurou após a independência durante o período colonial,e só foi abolido no final do século 19,pouco antes da proclamação da república.Entretanto até hoje o Brasil infelizmente ainda não se livrou da escravidão




As diferentes formas

As diferentes formas

As formas mais comuns entre as eubactérias são os cocos,que têm forma esférica,e os bacilos,que têm a forma de bastonetes.Há também os espirilos,os espiroquetas e os vibriões,que são formas mais alongadas.Os espirilos e os espiroquetas têm o ''corpo'' retorcido em forma de saca-rolhas,enquanto que os vibriões têm um formato de vírgula.Os cocos podem se apresentar isolados ou agrupados,formando estruturas como diplococos,sarcinas,estreptococos e estafilococos 




sentimentalismo

sentimentalismo

O artista clássico analisa e expressa a realidade sobretudo por meio da razão,mas românico vale-se dos sentimentos por acreditar que só assim consegue traduzir tudo o que ocorre em seu interior.O sentimento de cada um então é que define a importância  ou não das coisas .Assim,o escritor pretende atingir mais emoção que a razão do leitor

irradiação/continuação

Existem vários tipos de radiações

Existem vários tipos de radiações:radiação visível (luz),radiação ultravioleta, raios x,etc. A que aquece os objetos é denominada radiação infravermelha ou radiação térmica. A radiação infravermelha  tem várias aplicações,desde terapêuticas até bélicas.Através de sensores e outros dispositivos,pode-se transformar a radiação térmica em luz visível,o que torna possível '' ver'' na escuridão.
 Exitem materiais,como o vidro, que dificultam a passagem da radiação térmica,mas permitem a passagem de luz.
Numa estufa com cobertura de vidro,as plantas absorvem parte da luz que entra e, uma vez aquecidas,emitem radiação infravermelha.Como o vidro não permite a passagem dessa radiação,o interior da estufa aquece.



Dentro de uma estufa,a temperatura é maior que fora dela


segunda-feira, 21 de abril de 2014

Cientistas 'degustam' o primeiro hambúrguer de laboratório do mundo

Desafio: será que os cientistas holandeses conseguiram recriar em laboratório o sabor e a cor de um hambúrguer real como o da foto?
O primeiro hambúrguer feito em laboratório foi apresentado e degustado nesta segunda-feira, numa conferência científica em Londres.
Cientistas holandeses utilizaram células retiradas de uma vaca para reconstituir os músculos de carne bovina, que foram combinados a outros ingredientes para fazer o hambúrguer.
Os pesquisadores dizem que a tecnologia poderia ser uma forma sustentável para suprir a crescente demanda por carne.
Mas críticos da ideia dizem que comer menos carne seria o jeito mais fácil para compensar a já prevista falta de comida no mundo.

Modo de fazer

Músculo da carne criada em laboratório | Foto: BBC
1. Os cientistas começam extraindo células do músculo de uma vaca.
2. No laboratório, as células são colocadas numa cultura - solução - com nutrientes para promover o crescimento e multiplicação das células.
3. Três semanas depois, as mais de um milhão de células-tronco geradas são divididas e colocadas em recipientes menores.
4. As células já crescidas se transformaram em pequenas tiras de músculo de aproximadamente um centímetro de comprimento e apenas alguns milímetros de espessura (foto).
5. As pequenas tiras são então coletadas e juntadas em pequenos montes, que então são congelados.
6. Quando alcançam uma quantidade suficiente, elas então são descongeladas e compactadas na forma de um hambúrguer antes de serem cozidas.
7. O primeiro hambúrguer testado também leva açafrão, caramelo e suco de beterraba para dar cor e sabor.
Receita: Universidade de Maastricht

Segurança alimentar

A BBC obteve acesso exclusivo ao laboratório em que o projeto para produzir a carne foi implementado ao custo de cerca de R$ 750 mil.
Na Universidade de Maastricht, na Holanda, a pouco maisde 200 km da capital Amsterdã, o cientista à frente do experimento destaca a preocupação ambiental do estudo.
"Vamos apresentar ao mundo o primeiro hambúrguer feito em laboratório a partir de células. Estamos fazendo isso porque a criação animais para abate não é boa para o meio ambiente, não vai suprir a demanda mundial (por comida) e também não é boa para os próprios animais", ressalta Mark Post, professor da Universidade de Maastricht.
Para Tara Garnett, que é chefe da Food Policy Research Network (um centro de pesquisas da área de alimentos) da Universidade de Oxford, na Inglaterra, os tomadores de decisão precisam olhar além das soluções técnicas naárea de segurança alimentar.
"Nós temos uma situação onde 1,4 bilhão depessoas no mundo ficam obesas da noite para o dia e, ao mesmo tempo, um bilhão de pessoas no mundo todo vão para a cama com fome", ressalta.
"Isso é simplesmente estranho e inaceitável. As soluções não se estabelecem na produção, mas na mudança dos sistemas de suprimento e acesso, com barateamento. E mais e melhores alimentos para pessoas que precisam deles", critica.

A receita

As células-tronco são as "mestres" do corpo humano, que podem se desenvolver em tecidos em diversas formas, tais como nervos e pele.
A maioria dos centros de pesquisa atuando nessa área de estudos tenta reproduzir tecidos humanos que possam ser usados para transplantes, reparando danos em músculos, nervos e cartilagem.
Os cientistas da Holanda querem utilizar técnicas similares para produzir músculo e gordura dos alimentos.

Tradicional x de laboratório

Hambúrguer comum | Foto: BBC
Um estudo independente revelou que a carne produzida em laboratório usa 45% menos energia para ser feita do que a média utilizada para a produção a partir de animais criados em fazendas.
O método também significa 96% menos emissões de gás na atmosfera e necessita 99% menos terra.
Fonte:Environment, Science & Tecnology Journal
O professor Mark Post começou extraindo células do músculo de uma vaca. No laboratório, as células são colocadas numa cultura - solução - com nutrientes parapromover o crescimento e multiplicação das células.
Três semanas depois, as mais de um milhão de células-tronco geradas são divididas e colocadas em recipientes menores onde elas se tornam pequenas tiras de músculo de aproximadamente um centímetro de comprimento e apenas alguns milímetros de espessura.
As pequenas tiras são então coletadas e juntadas em pequenos montes, que então são congelados. Quando alcançam uma quantidade suficiente, elas então são descongeladas e compactadas na forma de um hambúrguer antes de serem cozidos.

Tem gosto bom?

Os cientistas tentaram recriar a carne, que inicialmente tinha a cor branca, da maneira mais autêntica possível.
A professora Helen Breewood, que atua com Post nos estudos, vem tentando fazer com que o músculo criado em laboratório fique vermelho adicionando um composto existente na carne de verdade chamado mioglobina.
"Se não se parece com a carne normal, se não tem gosto de uma carne normal, não se tornará viável", afirma Breewood.
No momento, porém, este é um trabalho em progresso. O hambúrguer a ser apresentado hoje foi colorido com suco de beterraba. Os pesquisadores também adicionaram farinha de pão (ou farinha de rosca), caramelo e açafrão, que ajudam no sabor.
"Vamos apresentar ao mundo o primeiro hambúrguer feito em laboratório a partir de células. Estamos fazendo isso porque a criação animais para abate não é boa para o meio ambiente, não vai suprir a demanda mundial (por comida) e também não é boa para os próprios animais"
Mark Post, chefe da pesquisa
Até o momento, os cientistas podem apenas produzir pequenos pedaços de carne por vez. Quantidades maiores iriam requerer um sistema circulatório para distribuir nutrientes e oxigênio.
Os primeiros resultados sugerem que o hambúrguer não terá gosto tão bom, mas Breewood espera que ele tenha um sabor "bom o bastante".

Sofrimento animal

A pesquisadora Helen Breewood, apesar de atuar no projeto para produzir carne em laboratório, é vegetariana e acredita que a produção de carne gasta muitas fontes de energia. Ela afirma que se comesse carne, iria preferir a feita em laboratório.
"Muita gente considera carne feita em laboratório repulsiva num primeiro momento. Mas se eles soubessem o que acontece nos abatedouros para a produção de carne normal, também achariam repulsivo", ressalta.
Numa nota, representantes do grupo Pessoas pela Ética do Tratamento aos Animais (People for the Ethical Treatment of Animals - Peta) ressaltaram os benefícios da carne de laboratório.
"(Carne de laboratório) irá favorecer o fim de caminhões cheios de vacas, frango, abatedouros e fazendas de produção. Irá reduzir a emissão de gases de carbono, economizar água e fazer a rede de suprimento de alimentos mais segura", destacou a nota do Peta.
Mas a escritora especializada em alimentos Sybil Kappor diz que sentiria dificuldades em comer a carne de laboratório.
"Quanto mais longe você vai do normal, de uma dieta natural, mais corre riscos de saúde e outras questões", ressalta.
O último levantamento das Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas sobre o futuro da produção de alimentos mostra crescimento da demanda por carne na China e Brasil - e o consumo só não cresce mais porque muitos indianos mantêm a dieta amplamente vegetariana por costume cultural.
Assim, há o risco de que a carne produzida em laboratório seja uma aparente solução, cheia de problemas.

Como o 420 se tornou o número símbolo da maconha

Maconha nos EUA. Getty
O Colorado já legalizou a maconha nos EUA; discussão ganha força na Europa e nas Américas
Às 4h20 da tarde deste domingo, usuários de maconha vão se reunir em várias cidades dos Estados Unidos e da Europa em um ato para discutir uma nova política para a droga. Em São Paulo, a Semana Pela Legalização da Maconha já teve início neste sábado. Mas afinal, por que se reunir a essa hora e por que o número 420 se tornou um símbolo da maconha?
O encontro no 20 de abril (que em inglês é escrito na forma 4/20, em função do mês 4 e do dia 20) ocorre há varios anos. Já a origem do 420 remete ao ano de 1971, quando passou a ser usado como uma senha por estudantes de ensino médio de San Rafael, no estado americano da Califórnia.

Eles resolveram encontrar o "tesouro" e marcaram de se reunir para a expedição as 4h20 da tarde. Nunca encontraram a plantação, mas a hora do encontro não seria mais esquecida.No outono daquele ano, cinco adolescentes encontraram um mapa desenhado a mão que supostamente mostrava a localização de uma plantação de maconha em Point Reyes, próximo a San Francisco.
"A gente fumava muita maconha naquela época", contou à BBC Dave Reddix, um membro do grupo que tinha até nome, os Waldo. Reddix, que na época tinha o codinome de Waldo Dave, hoje tem 59 anos e trabalha como cineasta.
"Metade de nossa diversão era encontrar a maconha", conta.

'Deadheads'

A confraria passou a usar o número 420 para seus membros da confraria para rodas de maconha. Logo a senha começou a se espalhar entre os amigos, os agregados, os conhecidos, entre eles os integrantes de umabanda de rock californiana, os Grateful Dead.
Rapidamente, o 420 passou a fazer parte do vocabulário dos "deadheads", como eram chamados os fãs do Grateful Dead.
Em 1990, o termo e a explicação foram impressos em um folheto da banda. Foi assim que o código foi descoberto por Steve Bloom, editor da revista CliqueHigh Times, uma das primeiras publicações sobre a maconha nos Estados Unidos.
A equipe da High Times entrou na onda e passou a fazer suas reuniões de pauta às 4h20 da tarde.

Disputa

Anos depois, o termou deu nome a outra publicação especializada em maconha, a Clique420 Magazine. A disputa sobre como o 420 teve origem começou com uma reportagem da revista, segundo a qual um outro grupo de amigos, rival dos Waldo, tinha inventado a históira.
Maconha nos EUA. Getty
O 420 teria tido origem em um grupo de adolescentes na Califórnia, nos anos 1970
Os Waldo reagiram e publicaram cartas e mostraram objetos para "provar" que foram eles os inventores do termo. Desde então, defendem com veemência a sua versão.
"Somos os únicos a mostrar provas", diz Steve Capper, também chamado de Waldo Steve.

Legalização

Segundo Bloom, editor da High Times, o termo virou uma um código semiprivado, que os usuários de maconha vão encontrar por todos os lados. O número aparece até no filme Pulp Fiction, de Quentin Tarantino, no relógio de um dos personagens.
Primeiro estado americano a legalizar a maconha, o Colorado também se viu às voltas com o número. Recentemente, uma placa que indicava a extensão de 420 milhas da rodovia interestadual 70 foi furtada. As autoridades resolveram se antecipar ao problema e mudaram a nova placa, que agora indica que a rodovia tem 419,99 milhas.
Em Denver, capital do estado, se espera uma grande festa neste domingo, já que este será o primeiro ato 420 desde que o Colorado legalizou a droga, uma política que ganha força nas Américas e na Europa.
O Uruguai aprovou recentemente a legalização da maconha, que será produzida e vendida pelo próprio governo. A discussão também ganha força no Brasil, tendo como mais célebre defensor o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que defende a descriminalização - já em curso na Argentina e no Uruguai.
Em São Paulo, o tema da semana, que vai culminar com a Marcha da Maconha no sábado, dia 26, é "Cultive a liberdade para não colher a guerra". A campanha ganhou apoio de artistas como o cantor Marcelo D2 e o dramaturgo José Celso Martinez Corrêa, fundador do Teatro Oficina.
Os defensores da legalização argumentam que a chamada "guerra contra as drogas" não conseguiu acabar nem diminuir o consumo da maconha, só fazendo aumentar a violência devido a ação de grupos de narcotraficantes, sobretudo na América Latina, um dos centros produtores. Os defensores também ressaltam os efeitos positivos da droga quando usada para fins medicinais.
A política da "guerra contra as drogas" ganhou força nos anos 1980, durante o governo do presidente americano Ronald Reagan. A cada ano, millhares de pessoas morrem na América Latina vítimas da violência derivada do narcotráfico. Os países da região lideram a lista das nações com mais alto índice de homicídios no mundo, segundo relatório recente